UM BLOG PARA POUCOS, UM BLOG COMO POUCOS: INTELIGÊNCIA E REQUINTE.


À margem do que é corriqueiro, na vanguarda do que é excelente.

Versátil por definição. Polivalente na essência


[Aqui não se trata de sonhos, mas de verdade: trata-se de deveres e direitos, trata-se de ética, trata-se do cidadão].

http://bohemando.blogspot.com

Nem luxo a vagabundos nem vagabundos de luxo.

Aqui você encontra respostas, além de boas perguntas, basta empenho em procura-las.

sábado, 17 de março de 2012

Rastos da memória na infância do tempo



Você vai
menina]
depois de tanto tempo
que deixamos pelo tempo rastos de pés esfolados
como pegadas que coagulam sob o meio dia
sem abrigo
perdidos em vias de laços estranhos
depois de tantas horas evaporadas
em que andamos juntos feito irmãos
trocando beijos de culpa e braseiro sob chuva ácida
Você olha
menina]
distanciando tua alma do sentimento imemorial
que condensa num aceno o turbilhão da história
entre afagos partidos e um lampejo de memória
A mesquinhez dos homens
à face traiçoeira rasgou o tempo do nosso fruto
como pétalas que perdi ao vento
o sopro da discórdia te arrastou
e com o coração bem longe de mim
fincaste tua nova morada inglória
prossegui minha estrada de tempo e calcadura
com sapatos de argila áspera capas de lamúria
persegui tua memória às pegadas do vento
a deixar as portas de nossas almas ao menos encostadas
menina]
Encontrei-me entre lazarentos e agonias cristalizadas
numa noite medonha sem fim
Agora você vem?!
menina]
Depois que meu tutano escorre pelo calcanhar
e minha boca sangra como um vulcão
Você vem
depois daquela noite polar agoniante
de ranger de dentes
em que o diabo tragou minha alma
em troca de uma cama e um cesto de pães
e umas cervejas
por tão pouco rendi minha alma
achando que você nunca mais viria
eu quis apenas deitar-me naquela cama
e rever nossa infância sonhada
no meu leito de morte
entre os restos de pães que comemos.

FELLIPE KNOPP


quarta-feira, 14 de março de 2012


FELLIPE KNOPP segundos atrás - Pública
Não há nada que justifique o preço pelo qual certos empreendimentos são adquiridos, sobretudo na internet senão manter em eterno movimento a máquina ideológica dos sonhos como forma tautológica de financiar seu próprio capital para manter as condições gerais de reproduzir todo o capital por meio do capital ideológico. Criam-se meios artificiais de fazer prosperar negócios e pessoas quando naturalmente não poderiam: simulam-se assim as condições do valor pelo próprio manejo artificial de sua lei estrutural, pleo código, aplicada ao mercado. Essa ilusão recíproca faz parte do próprio negócio que mantém autofagiando-se ao mesmo tempo toda a negociação como a crença nela. É com esses simulacros que se faz a administração social das esperanças, com as ofertas difusas que dão ao Imaginário histórico de uma sociedade que tem no próprio mercado uma ideologia mundial. É preciso fazer um mundo de oportunidades ainda que simuladas para que as aparentes, insuficientes, ou importunos sejam confiados como legítimos e o contrato afiançado pela sedução insinuada em seus espaços supostamente desocupáveis.

FELLIPE KNOPP segundos atrás - Pública
Quando se dissemina permanentemente uma ideia a respeito de um indivíduo altera-se socialmente a percepção a respeito deste. Dependendo do nível de cristalização dessa ideia na mentalidade das pessoas torna-se quase impossível revertê-la, mesmo porque o tempo útil de uma vida é breve. Mesmo com grande esforço para recuperar as condições ideológicas originais ou normais seria custoso, difícil, e demorado, isso se as pessoas permanecessem inertes em função de seus preconceitos incutidos. Entretanto, sobram aqueles que aproveitando-se de um ponta pé inicial para o qual não teriam coragem aderem ao coro da mentira e passam a atuar em caráter permanente contra a verdade, entre outros ainda que convencidos pela falsa certeza ajudam a disseminá-la. Portanto, tanto esses quanto aqueles devem pagar pelas infâmias que se prestam a repercutir contra a vida alheia.

FELLIPE KNOPP segundos atrás - Pública                                       
"A televisão passa a girar em torno de si mesma, na própria órbita, e a detalhar à vontade suas convulsões porque não é mais capaz de encontrar sentido no exterior, ultrapassa-se enquanto meio para encontrar seu destino: produzir o mundo como informação e dar sentido a essa informação. Por ter usado e abusado do fato através das imagens, até se tornar suspeita de produzi-lo por inteiro, está virtualmente desconectada do mundo e involui no seu próprio universo como um significante vazio de sentido, buscando desesperadamente uma ética, na falta de credibilidade, e um estatuto moral na falta de imaginação (uma vez mais, vale o mesmo para a classe política)... A circularidade é o vício: o médium pelo médium, como outrora a arte pela arte - vício de todas as instituições, sistemas e organizações que passam a funcionar em autarquia, sem qualquer preocupação com objeto e função." (BAUDRILLARD: 1997, p158. Grifo nosso in negritu)

BAUDRILLARD, Jean. Tela total, mito-ironias na era do virtual e da imagem;       tradução de Juremir Machado da Silva. - Porto Alegre: Sulina, 1997  


FELLIPE KNOPP segundos atrás - Pública
A distinção decisiva entre real e ilusório está muito além da mera questão pertence ou não-pertence.

terça-feira, 13 de março de 2012

segunda-feira, 12 de março de 2012


FELLIPE KNOPP 15:04 - Pública
A Utopia é o sonho dos psicóticos que o perverso tenta realizar em favor de seu monopólio, usando-se para isso de neuróticos iludidos.

FELLIPE KNOPP segundos atrás - Pública
Não interessa o que é verdade ou mentira se não for de tua conta!

FELLIPE KNOPP segundos atrás - Pública
Tem gente aí precisando revisitar seus mortos à memória antes de se precipitar em de novo conduzir-se como se fosse muito mais do que o pouco que é.

Todo ser humano é mortal;
Fulano é ser humano
logo, Fulano______

Nada mais real que a mera consumação dos fatos

sexta-feira, 9 de março de 2012


Não compreendemos o Nada antes de termos apreendido alguma coisa.

Se você sofre alguma forma de assedio moral por uma só pessoa e "abre o berreiro" todos lhe são devidamente solidários e solícitos em auxiliá-lo na reivindicação por seus direitos. Mas se você é massacrado por muitos lados e não esmorece, prontamente somam-se mais e mais esforços no intuito de derrubar-te. Cinismo e perversão com aval institucional das autoridades públicas.

Ausente de Grego

A Grécia consegue efetuar com êxito de estelionatário profissional (e economia amadora) a maior chantagem financeira da história: ou recebem no máximo 25% do que corroemos com nossa irresponsabilidade contábil ou não recebem nada! Dessa vez não são os juros do contrato juramentado, mas o calote que é extorsivo à grande maioria dos credores privados (já me irritei aqui por projeção , uma vez que em situação análoga eu não aceitaria tal desaforo). Ausente de grego.
FELLIPE KNOPP,
Ateu


quinta-feira, 8 de março de 2012


FELLIPE KNOPP segundos atrás - Pública                                              
Responsabilidade passa pela correta definição de prioridades. 

Ninguém que tenha pendências caras e/ou antigas no cartão de crédito (p.ex.) pode ser creditado por idôneo se prioriza diversão em vez de pôr imediatamente em prática um plano concreto de austeridade com o único intuito reunir recurso minimamente suficiente para começar a saldar prontamente tais pendências.


Quem erra agindo de "boa fé" faz questão e todo possível para reparar os erros, compensando seus danos.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Idolatria judicial e iconoclasmo jurídico

A associação brasileira de lésbicas do Rio Grande do Sul alcançou uma vitória na justiça. Julgando-se o mérito de uma ação judicial conferiu-se ganho de causa à solicitação de retirada de crucifixos e outros símbolos cristãos dos tribunais daquela unidade da federação.

A decisão parece coerente com o preceito constitucional do laicismo da República brasileira, seguindo-se na mesma linha do que ocorreu em função da ação de uma jovem ateia do EUA chamada Jéssica, que ingressou na Justiça americana reivindicado a retirada de símbolos religiosos das escolas públicas.

Sabe-se que um Estado laico não proíbe manifestação de fé, ao contrário assegura direito de culto e de reunião religiosos. Entretanto estabelece distinções que limitam os espaços e as instâncias em que esse tipo de manifestação podem ocorrer, destinando assim esse fator contingente ao espaço privada e civil, para fim de garantir o princípio isonômico e isegórico de que o Estado deve contemplar igualmente a todos os seus cidadãos independente de suas opiniões, orientações ideológicas e convicções pessoais.

Um Estado laico não é um Estado ateu. Mas como se poderia ser contempladas igualmente todas as tendências ideológicas de modo que cada segmento não se sinta preterido em privilégio de outro por subsídio institucional público? Mediante a incapacidade de estabelecer a igualdade preceituada postura mais coerente da interpretação jurídica é de fato a isenção do espaço público de quaisquer formas de privilégio de fé que é ao mesmo tempo discriminação em relação a outras inúmeras convicções e formas de manifestação.

Óbvio que a presença de símbolos religiosos em espaços de entidades públicas é um fato de pouca relevância social, inclusive para nós ateus.  Mas essa espécie de protesto iconoclasta de algum modo simboliza a inconformidade de segmentos preteridos pelo poder público em relação a fatores da vida social muito mais contundentes. Quiçá essa decisão isolada representasse para a institucionalidade pública uma orientação efetiva da interpretação das relações sociais e da jurisprudência que acarretasse redução da mais perigosa viciosidade na regulação das organizações que se apresenta na própria influência ideológica que interfere no entendimento jurídico, legislativo, e nas decisões administrativas de governo - quase sempre privilegialista. O efeito prático dessa decisão do judiciário gaúcho é pífio e indireto, mas sinaliza parcimoniosamente à sociedade que ainda é possível uma isenção institucional que seja capaz de firmar estrita coerência com a constitucionalidade. Tem um efeito pedagógico ilustrativo que indica a marcação de limites e instâncias que evocam o papel da Justiça e da Ética, da responsabilidade e equidade  no trato da coisa pública. De que por mais que a normatização se encontre submersa no fosso da negligência prática em quase todos os níveis, ainda é possível resgatar algum zelo que faça valer esse negócio coletivo que apelidamos de "contrato social".

FELLIPE KNOPP,
Ateu


terça-feira, 6 de março de 2012


FELLIPE KNOPP segundos atrás - Pública                                              
Não se precisa criar boatos de maus desempenhos intelectuais para disseminar a ideia de que Einstein é um imbecil. Basta, lado a lado, forjar sagacidade (falsa) ao Tiririca disseminando a ideia de que ele também é um gênio para que Einstein torne-se meio tolo em vez de absolutamente genial.

segunda-feira, 5 de março de 2012

sábado, 3 de março de 2012


FELLIPE KNOPP segundos atrás - Pública
Não conheço em nenhum sujeito uma característica atômica que seja singular: é apenas compreendendo sua totalidade mediante séries infinitas de combinações que se reconhece sua singularidade. Do mesmo modo pelo conjunto indeterminado, dada sua complexidade, de condições gerais da existência planetária, é quase impossível que vida semelhante a humana se repita em outra parte do espaço sideral: seria preciso coincidir um conjunto decisivo de condições extremamente complexas e imprevisíveis. Quantas similitudes e oposições simétricas podemos encontrar difusos alhures segundo os elementos que constituem nosso ego e à reluzência dos quais naufragamos nosso narcisismo? As expressões por meio das quais nos reconhecemos não são elas mesmas singulares, é preciso que de algum modo sejam refletidas além de nós mesmos e deixem automaticamente sua singularização para que se faça saber traída sua aspiração exclusiva para reconhecê-las como sinais do eu. A usurpação do espelho é ao mesmo tempo a garantia do eu em sua forma cognoscível: um simulacro subversivo.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012


FELLIPE KNOPP segundos atrás - Pública
Num enunciado não está em questão apenas a transmissão de uma ideia, mas também se comunica uma competência discursiva como parte assessória da própria fala. Não apenas o meio: a forma também é a mensagem. Conquanto componente estético institui um valor a ser deduzido  do discurso ao status quo do interlocutor no processo de comunicação - eis um fator elíptico do teor ideológico não do conteúdo mas da própria circulação da mensagem que comunica a forçosa conversão moral de sua própria estrutura à meta-significação que acarreta

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012


FELLIPE KNOPP segundos atrás - Pública
Essas putas vadias esposas e filhas desses lacaios bravateiros do clube de carteado do subúrbio são usadas lado a lado por eles para espalhar boatos, promover intrigas, difamar, e mobilizar outras cadelas defloradas a fim de ampliar a abrangência da campanha contra uns e em favor de seus porcos afilhados segundo os interesses do antro de jogatina de seus lacaios do clube. Perceba-se como agem com sua desfaçatez de cadela amestrada e como têm prazer na escatologia.
Comentário-

Acidente é eu estar com uma taça de vinho tinto em mãos, espirrar repentinamente e manchar minha roupa nova ao derramar seu conteúdo. Fazer malabarismos com uma taça de cristal e deixá-la espatifar-se no chão ou manchar um armani novinho do outro não é acidente, é NEGLIGÊNCIA

FELLIPE KNOPP - segundos atrás - Pública



Como convencer uma vadia lobotomizada que não sabendo ela da missa um terço assim como ignorando-se o caráter das partes envolvidas num problema a conclusão que ela precipita não é senão mentecapta? 

Tem vira-lata filha de frouxo que pensa com o cu em vez do cérebro. Depois diz merda, difamando gente honesta, mexendo com a honra alheia em favor de porco flatulento, e ainda se arroga o privilégio de ser isentada. 

Esse tipo de puta inconsequente não tem a menor condição nem de escolher um batom de armarinho ou o perfume de frutas cítricas que costuma usar, quanto mais determinar causalidade e atribuir culpa num conflito de interesses em que seu apreço espontâneo por rato bravateiro salienta-se à própria devassidão néscia de capacho submisso. 

Tratam de seus "enganos" torpes de juízo cínico como se fosse um mero acidente de trânsito, como se tivessem apenas feito uma "ultrapassagem perigosa" e arranhado a pintura do carro ao lado. Não erram o caminho da putaria no qual imediatamente chegam. Mas demoram-se em compensar os prejuízos que suas "colisões" por direção imprudente causam ao bem alheio. São dirigidas feito marionete de manobra por malandragem de cafetão do clube de carteado do pai pra quem sua família se prostitui por gosto.

Essas cadelas privilegiam gastar para arreganhar seus rabos sujos pra porcos e brochas em vez de se apressarem pôr as mãos no bolso para compensar os danos causados e já arrastados por demasiado tempo. Sabem das consequências disso!!! Sabem também das consequências de adiar aquilo que já deveria ter sido resolvido!

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012


FELLIPE KNOPP segundos atrás - Pública
Quando estimulados pelo meio externo reagimos com nosso corpo, nossa química, nossa fisiologia, nosso bios, nossa MATERIALIDADE... isso se reflete no psiquismo que responde, sobredeterminado, num nível diferenciado: não existe essa porra de carro lunar de puta transitando por veredas psicológicas com destino a rato místico. Isso é psicose de puta em perversão de rato.

FELLIPE KNOPP segundos atrás - Pública
Vexame é algo pelo qual outrem nos fazem passar. Desonra é algo que depreendemos contra nós mesmos.

domingo, 26 de fevereiro de 2012


FELLIPE KNOPP segundos atrás - Pública
Por causa de vagabundas de beira de praia recebi atribuição pública de pai de tamagotchi imaginário de puta enquanto cadelas queimavam seu rabo na areia e debulhavam de pica em pica de marombeiro à velho brocha do clube de carteado. E todas as prorrogações estão quase totalmente esgotadas. Não haverá mais postergação.


Nunca recebi informação privilegiada (diferente de vós, traficantes de subproduto de espionagem) a respeito de quem quer que seja: para constituir meus juízos basta bem interpretar aquilo que explicitam em suas articulações (passim) a consolidar-se com evidências numa investigação bem simples que não se deixa "enganar" por suas ridículas tentativas de ludíbrios posteriores.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

O tempo está passando, vagabunda! Paga! Se não demorasse tanto tempo para tentar desfazer as besteiras que há tempos fizeste (mas cujas consequências arco até hoje) e começar a quitar  todos os danos decorrentes (do que lhe cabe) em vez de se ocupar em queimar a bunda na beira da praia e de farras com porcos da tua laia não estaria você sendo tão avidamente cobrada, com um débito tão elevado, e com tão pouco tempo para saldá-lo. Quem mandou negligenciar os direitos alheios como o dever em compensar-me por teus "enganos".               

FELLIPE KNOPP
O tempo está passando, vagabunda! Paga!

FELLIPE KNOPP segundos atrás - Pública
Advogados e promotores de justiça afirmam que "danos morais" não têm por objetivo enriquecer ninguém, mas reparar danos e educar o ofensor. Verdade. Mas há que se compreender a totalidade da dimensão da perda para bem avaliar o valor implicado. Se o dano moral implica uma perda relativa de riqueza material/financeira para o ofendido, dependendo da gravidade e da repercussão do dolo, como no caso de uma marca comercial ou de uma carreira, privada ou de visibilidade pública, destruídas, e também a vida social e afetiva da vítima, então a indenização deve sim estimar o valor da riqueza perdida considerando inclusive o potencial de ganho não ocorrido ao longo do tempo em que prevaleceram os efeitos danosos. A educação de um delinquente deve acarretar um ônus igualmente para toda a sociedade por meio do Estado, e não impor a maior parte do custo para o ofendido reduzindo-lhe parte expressiva das posses que lhe são devidas: não dá para onerar um sócio assíduo pela incompetência de auto-gestão de toda uma sociedade.
FELLIPE KNOPP - Tenho uma ideia de roteiro para uma propaganda ateísta: uma mulher religiosa forçada a engolir uma quantidade razoável de sal. Obviamente ela ficará com sede. Ela pede desesperadamente por água. Então um carrasco encapuzado, num ambiente sombrio, como num porão, dá-lha um copo vazio e diz: beba! Ela responde - mas está vazio! Ele treplica, estás cega! Mulher de pouca fé! Há água neste copo. Beba! Depois um narrador pausa a cena e diz: é assim que nós ateus nos sentimos quando tentam nos impor sua fé irracional na qual não conseguimos crer.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Sexo Privilegiado: Feministas: Causadoras e causadores de assassinato...

Sexo Privilegiado: Feministas: Causadoras e causadores de assassinato...: Atenção, caro leitor. Preste atenção nesse vídeo, se tiver “estômago” para isso. Este vídeo resume, de forma total e indubitável, os o...

FELLIPE KNOPP segundos atrás - Pública
Justiça efetiva implica tanto punição de todos os culpados como reparação de todos os danos. Qualquer desses aspectos que se negligencie implica em amputar a justiça.