Topologia do saber: verdade do dizer, virtude no fazer. Ter parece Ser, mas, não-é. Opinião Crítica. Textos votados à reflexão filosófica e à busca da emancipação do Sujeito que É, já que Sou. Problema nenhum há em estar-além, o grave problema é mesmo ficar-aquém! Discordar com respeito é civilizado, mas refutar com elegância é superior!

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Aldrabão das docas

Desvirtua se pelo caminho torto
Proprina a cuja alma lhe faz cosca
Apedeuta de armazem de cais de porto
Soberbo com faturamento de birosca
celebridade de fundo de quintal
com lobby familiar de rameira
Personalidade futil de boçal
Argucia de aldrabão de algibeira
Adonismo de indigente mental
modinha veraneia ditada por folhetim
Esdruxula estetica comportamental
De diplomata de porta de botequim
Mercantilismo corruptor
De mascate de quinta categoria
Altivo com merchandise amador
de balcao de padaria
Peixada de sardinha esquiva
por manjubinha da silva
Metido a tubarao da sernambetiba
Cuja cauda em nepotismo resvala
Que nao passa de barrigudinho de vala
De esgoto de sepetiba
Trafico de meia informação
De pescador de agua de vaso
Pra apedeuta bancar sabichao
com sofisma raso
De estelionatario trapalhao
Com exito ao mero acaso
Concubina de paria
Em desvio de conduta
a favorecer sua laia
Enseja devasso projeto
Terroir de mulher objeto
de celeiro de puta
blefe de superego anestesiado
com cinco num so encoxo
Com anuencia de pai frouxo
Finge orgulho deturpado
De capacho sexual
Por engodo convencido
Sua moral em desarranjo
Rabo em volupia oferecido
A gandaia luxuriosa de marmanjo
Fazendo joguinho de opinião
Seu senso de pertencimento
Operando a senha de reconhecimento
Culto de personalidade mocoronga
Que no suburbio fez escola
Corna servil sem vergonha
Com sua dignidade ofertada
Pra promover correligionário de corriola
Messalinas desfrutadas
Vagabundas desprovidas
de meritos
Fazem da promiscuidade
seu unico atrativo
Deferem fabulas descabidas
em descredito
Malogrando cavar em deslealdade
atalho alternativo
Para forjar uma identidade cultural
Sofisticada com mascara vulgar
de pervertimento artificial
Grunhidos balbuciar
Em sua sina ingloria
pra que sua corja simploria
se sinta especial
Que acha que vulgaridade pubertina
Tem atributo paranormal
de sensualidade degradada
De pornochanchada como instituiçao natural
De feminilidade pseudo sagrada
Pra pai de devassa sem honra
Que sem vergonha da sem medo
Chorar em segredo mas fingir nque se agrada

Fellipe Knopp

terça-feira, 28 de novembro de 2017















sábado, 25 de novembro de 2017

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

O sintoma do Inconsciente e uma metafora do Outro nao uma denotação, um indice degenerado em simbolo, na maioria das vezes, nao um icone como quando 1 charuto e apenas um charuto quando quase sempre muitos charutos habituais sao indicadores de identificaçoes de juizo de valor e de gosto que representam a predileçao sintomatica por um estilo de vida

Fellipe Knopp
O sintoma e uma metafora nao uma denotaçao, na maioria das vezes
Na psicose a irrupçao do Outro no Eu Imaginario, de modo diametralmente oposto, se equivale a sua simbolica foraclusao desejante do Real, das minhas (moi) demandas narcisicas fundamentais

Fellipe Knopp
a condiçao masoquista como forma de gozo patologico relativa a expectativa de realização mediada de vontade de potencia da posiçao castrada de primazia tipica feminina pressupoe lha maior suscetibilidade de identificaçao fetichista com a perversao masculina por seu carater prepotente que lhe confia a ilusao de um gozo supremo e integral sujeitando se como objeto passivo de sua demanda compelida por uma correspondencia especular imaginaria subconsciente que lhe comporta formalmente ao curso evolutivo de expressao funcional a reversibilidade potencial de sua posiçao operativa a participaçao substancial na magnitude do gozo do Outro pela relação equiparativa da mutua interpolação que se lha os identifica a transcendencia intersubjetiva

Fellipe Knopp
o psicopata simula a expressao da dor que deveras sente pela privaçao do gozo do objeto fetiche quando e estrategicamente inocua a renegaçao da  angustia de castraçao, autorreprimida de forma esquivo evitativa, pelo extravazamento seja por meio da agressividade extenuante ou da suspensao da tensao atenuada com o deslocamento do investimento pulsional condensado. Porem a frustraçao ocasional que sofre e superficial e sempre insuficiente para crivar e fixar uma relevante e definitiva ruptura sistemica com o padrao patologico disfuncional consolidado omeostatico de parafilia catexial como forma de gozo fetichista impelido a repetição da consumaçao da coisa como relaçao especular inidentica cuja coação que compete a sua iniciativa unilateral reifica se desnaturadamente como uma futilidade ludica descomprometida da implicação aprioristica do desejo do Outro como assentimento assegurador que autoriza ao investir se seu proprio desejo como funçao (imaginaria ou seja narcisica) da formadora do eu

Fellipe Knopp

Futilidade ludica

O perverso goza o dominio de seu objeto de fetiche, motivado por um impulso ludico, sub-repticiamente futil, moralmente superficial, com a mesma seriedade que a diversao mais intensamente deleitosa tem para uma criança (polimorfa) que nao tem outro proposito que de sentido a sua existencia: ha um aspecto na anfibia personalidade heteronomica expressa em comportamento ambiguo do perverso que se escontra permanentemente estacionario na fase polimorfica o que acarreta com que seus graves e nocivos desvios de conduta compelidos por sua forma de gozo moralmente desvirtuado tenha quase sempre uma motivaçao fundamentalmente  torpe dissimulada sob falsas identificaçoes ideologicas ou afetivas

Fellipe Knopp

Foraclusao Antinome do Pai

"O psicotico em surto se apega ao delirio e a alucinação preferindo a ilusao por seu objeto de prazer nao ser suficientemente real a frustraçao insuportavel de nao se lo absolutamente nada"(Id. Sic). Partindo se da premissa postulada pela ortodoxia freudiana de que ha sempre um aspecto residual voluntario no sintoma que de sentido ao gozo Lacan estipula a incolumidade analitica diante da psicose como perspectiva de  tratamanto de choque de realidade sem contudo confronta la diretamente mas tentar restaurar o principio de ralidade pelo sentido real do gozo estabelecendo simbolicamente a conexao imaginaria com o critico evento traumatico cujo hiperrecalque impeliu a irrupçao estrutural da foraclusao indisposta do Desejo do Outro, ou da lei que me garante o gozo do desejo do outro como lugar do Eu (de tal modo como nao assegura ao perverso o o principio que define o desejo do Outro como lugar de gozo da lei istp e que cada um goze tanto quanto o Desejo do Outro e satisfazer seu gozo), como mediatriz inexorável do principio de realidade porque a lei nao lhe garantiu um gozo senao ao Outro gozar com sua cara entao foraclui o Outro como lugar real de gozo e a lei do Outro como uma (pseudo)garantia Imaginaria do Desejo proprio do Eu

Fellipe Knopp

sábado, 18 de novembro de 2017

o (re)posicionamento de marca engana o publico denunciando a propria mentira de seu estratagema em vez de fascina lo com ilusões concernentes a presunçao quanto o padrao de qualidade inerente ao pruduto e o mais ridículo é que os consumidores acatam seu lema como uma panaceia ideologica travestida de requinte tecnico de marketing como respaldo denominativo autossuficiente de categorias organicas forjadas por sua mera nomeaçãa ignorando sua condição metafuncional consumindo pela ilusao da identificaçao imaginaria de sua correspondencia com o status quo de mera distinçao social pelo fetiche comercial de denominaçao do valor da mercadoria :
-" claro que vale, reposicionou a marca!"

Fellipe Knopp
O problema genetico sobredeterminante, como dizia um professor da faculdade de comunicaçao aludindo "a industria cultural ou o esclarecimento como mistificação para as massas" (Adorno), da exposiçao midiatica do discurso de esclarecimento do intelectual e que antes do carater do conteudo da mensagem sua inserçao sistemica que lhe imprime as propriedades metaideologicas caracteristicas como a funçao social do meio ratifica a hegemonia ideologica da midia como formadora de opiniao publica a abrangencia pretensa ambivalente de seu proprio contraditorio o identificando funcionalmente a implicaçao do status quo da ideologia dominante que propaga

Fellipe Knopp
Naquela epoca eu estava existencialmente introspectivo formulando um balanço da minha vida pois apos inumeras aspirações das mais importantes terem sido sucessivamente frustradas, o castelo de areia das ilusoes colossais, de muitas convicçoes inconsistentes, que suportavam o sentido da minhae existência, ruiram de modo a me prostrar imerso na contemplaçao de um abismo intangivel que cismou se entre minha visao insolita de mundo e a realidade restritiva enquanto este mesmo abismo me respondia de volta com um olhar incognito

Fellipe Knopp

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Fetichismo logomarca

A idolatria da celebridade midiatica, o culto da personalidade publica e Uma nova e sofisticada forma  fetichismo da mercadoria como consumo estetico de uma imagem de sucesso satisfatoria a identificaçao de um ideal social de ego como personificaçao ideologica capitalista de mercado que representa emblematicamente a supremacia do estilo de vida que o exprime por meio da ostentaçao de um padrao de comportamento consumidor de mercadorias simbolos as quais os fas se devotam: nao por acaso cooperaçoes integradas sistematicamente coordenadas pelas estratégias ideologicas transinstitucionais do marketing cultural politicamente catalizado investem programaticamente em realizaçoes subvencionadas de exito economico como instrumento de administração social de esperanças razao também pela qual os expoentes da industria do entretenimento como o principal aparelho ideologico do sistema devem ser ou paracer economicamente exitosos

Fellipe Knopp

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

AGONIAS DE UM OUTONO ABISSAL

Crepusculo medonho 
Declina tristonho
da desolada solidao a meia luz 
Em tons de cinza e pastel
Morbido menestrel
Usando capuz 
Melancolico balbucia
Numa casa vazia
Como numa cidade fantasma
O tempo grasna
assombrada pela desesperança 
O desassossego a quase tudo alcança
uivos ocos contiguos ecoam
da angustia pelo recinto
Conurba indistinto
sem discernir a fonte de sua extensão 
Fustiga se sua carencia
a companhia imponderavel da ausencia
Sem vislumbrar redenção
O silencio do frio ressoa
a chuva fina que desaba como trovão 
O anoitecer insone caçoa
Augurio que espreita sem comoção
conduzindo Lucifer pelo feixe da parca lua 
quando ja nao se houve passo na rua
anunciado em rajadas de vento 
Assovio umbrio do desalento
se aproximando no ritmo
do cair sofrego da noite turva 
Torrido pavor em seu Intimo
Sua impavidez se curva
com a tormenta da monotonia
Placida abominaçao acaricia 
com a lingua o gato pardo na varanda 
e arrepio da relva que se espanta
 ergue lhe sua voz, ereto, em reverencia, 
A sua sinistra eminencia
se ri um escarnio de maozoleu 
Atormenta com diligencia
zombando do ceu
Fellipe Knopp
Revisado por Editor do Webartigos.com


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quarta-feira, 27 de setembro de 2017

A essencia da beleza e verdade do cristianismo autentico consistem em utopia. Detesto ve-lo degenerado em protocolos que desnaturam a fe em racionalização de procedimentos liturgicos e etiquetas institucionais programáticas pois nem a fe nem o amor podem ser premeditados

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Se vós oferecerdes a identificação do narcisismo patológico dissimulado em simulacros ideológicos como desinibição de desavergonhamento artificial pretenso iniciático de sensualidade promíscua de amor jactante como instituiçao pseudo sagrada de quem supõe ter feito uma descoberta juvenil extraordinaria ao estrear a genitalia em obsequio voluptuoso oferecido para virilizar em gandaia luxuriosa marmanjo metido a macho a cupidez de romantismo pervertido ou concubinato adulterino com marombeiro presunçoso de personalidade fútil bancado descolado feito enganadores aventureiros do bairro proibido  premiado com os direitos alheios entao lhes ofereço a vossa morte como parte do binômio

Fellipe knopp

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Marketing cultural espetacular integrado



Os americanos em sua forma integrada de funcionamento convergente macrossistemico entre política de Estado, economia de mercado, e indústria cultural, compreenderam precocemente a importância de um programa cooperativo eficiente de marketing cultural e político ideológico para favorecer significativamente a importância competitiva dominante de seu modelo macroeconômico de negócios subsidiário de um sistema político institucional de controle de qualidade de gestão social de demandas de bens intangíveis que subvencionam o êxito parcimoniosamente em distribuições funcionais em instâncias de disposições categorias do sistema social integrado estratégicas do sonho americano como pináculo simbólico de proeminente eficácia global do american way of life como referência de socialização conquanto merchandising cultural de produto ideologico que enseja a ratificação subrepticia da supremacia competitivamente qualificada de pretensão hegemônica eficiente do modelo de gestão macroeconômica de negócios do EUA

Fellipe Knopp

sábado, 12 de agosto de 2017

Juizos sinteticos a posteriori definem se por categorias de funçoes intrinsecas a constituiçao formal do objeto implicitas a apodizaçao conceitual do mesmo excedente ao seu entendimento
Numa tese fenomenologica que nao seja hipotetico dedutiva as premissas apresentadas em forma de alegaçoes caracteristicas de juizos de existência nao autoevidentes ou nao axiomaticas para nao permanecerem arbitrarias devem ter confirmada ou corroborada sua validade categorica assertiva pela demonstraçao de um conjunto probatório suficiente de evidencias empiricas, logico formais, ou probabilisticas que podem ser caracterizadas por convergencia de depoimentos ou postulados oficialmente declarados idoneos pelo protocolo institucional competente de aferição para prosseguimento do encadeamento ordinário de acarretamentos logicos racionais ou assertivos que suportem assertivamenente juizo de atribuiçao testificado dialeticamente por argumentação coerente com os preceitos. Obviamente havendo divergencia denunciada quanto a idoneidade autorizada do postulado protocolar utilizada como conjunto probatorio de confirmação oficial dos pressupostos eles teriam de ser revalidados por um processo de analise investigativa epistemológica ou as premissas confirmada por outras evidências. Pata demonstrar a assertividade de uma premissa hipotetica a partir da procedencia derivada de uma sentença dedutiva correlata utiliza se o metodo indutivo ou dialetico. Ex:
_ Socratis e mortal porque e homem.
_Mas por que Socratis e mortal por ser homem?
_Porque todo Homem e mortal. Porque ao longo de toda historia humana jamais houve comprovadamente qualquer homem imortal. Note se: fulano morreu, beltrano, sicrano, fuletrano etc. Correto?
_ Sim
_ Mostre me um que nao tenha morrido
_ Certo. Dou me por satisfeito. Em sendo todo homem morral como provaste por evidencias e sabendo se que Socratis e Homem logo tua conclusão de que ele e mortal esta confirmada por presunção