Topologia do saber: verdade do dizer, virtude no fazer. Ter parece Ser, mas, não-é. Opinião Crítica. Textos votados à reflexão filosófica e à busca da emancipação do Sujeito que É, já que Sou. Problema nenhum há em estar-além, o grave problema é mesmo ficar-aquém! Discordar com respeito é civilizado, mas refutar com elegância é superior!

sábado, 24 de março de 2018

quarta-feira, 21 de março de 2018

terça-feira, 20 de março de 2018

Nebulosa de eter

Translucido não sou como raio  da estrela dalva
Nem revelo à antitese minha intimidade
Disfarçando a obscuridade
Com breu sobre relva calva
Que a in-verdade radical das trevas recobria
Tenho a aura plenamente sombria
de dificil inteligibilidade
Com evidencias de improperio
Tentam lançar falso esclarecimento
Ao crepusculo de meu mistério
Desafio ao conhecimento
Que o grão recolhido à polpa
Oculta
Desde o seu princípio
Se implicando em cada ente
Que leva seu resquicio
Evoluindo, consistente
Cujo inventario
Que a sabedoria consulta
Contempla, honorario
Seu vernáculo coerente
incognita atmosfera
de seu santuario
Cujo esplendor espera
Cada Mandatario
Ao proposito para o qual concomita
Como elo de uma corrente
Infinita

Fellipe Knopp

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018



Desce o sangue da Lua

não é menstruação, [Lucinda!

Quem dera fosse!

é fél viscoso até o escabelo da sola em carne-viva

desanimado

Não vos enganeis:

nunca realizaram meus sonhos

mas meus pesadelos!

as tormentações sólidas recalcadas

nunca sonhei

mas já sei dessonhar!

mas não posso desviver!



FELLIPE KNOPP

Revisado por Editor do Webartigos.com


Leia mais em: https://www.webartigos.com/artigos/sinal-do-escalpe-quando-transpira/38008#ixzz58GeAaVlI



Aviso da Lua Que Menstrua

Elisa Lucinda

Moço, cuidado com ela!
Há que se ter cautela com esta gente que menstrua...
Imagine uma cachoeira às avessas:
Cada ato que faz, o corpo confessa.
Cuidado, moço
Às vezes parece erva, parece hera
Cuidado com essa gente que gera
Essa gente que se metamorfoseia
Metade legível, metade sereia.
Barriga cresce, explode humanidades
E ainda volta pro lugar que é o mesmo lugar
Mas é outro lugar, aí é que está:
Cada palavra dita, antes de dizer, homem, reflita..
Sua boca maldita não sabe que cada palavra é ingrediente
Que vai cair no mesmo planeta panela.
Cuidado com cada letra que manda pra ela!
Tá acostumada a viver por dentro,
Transforma fato em elemento
A tudo refoga, ferve, frita
Ainda sangra tudo no próximo mês.
Cuidado moço, quando cê pensa que escapou
É que chegou a sua vez!
Porque sou muito sua amiga
É que tô falando na "vera"
Conheço cada uma, além de ser uma delas.
Você que saiu da fresta dela
Delicada força quando voltar a ela.
Não vá sem ser convidado
Ou sem os devidos cortejos..
Às vezes pela ponte de um beijo
Já se alcança a "cidade secreta"
A atlântida perdida.
Outras vezes várias metidas e mais se afasta dela.
Cuidado, moço, por você ter uma cobra entre as pernas
Cai na condição de ser displicente
Diante da própria serpente
Ela é uma cobra de avental
Não despreze a meditação doméstica
É da poeira do cotidiano
Que a mulher extrai filosofando
Cozinhando, costurando e você chega com mão no bolso
Julgando a arte do almoço: eca!...
Você que não sabe onde está sua cueca?
Ah, meu cão desejado
Tão preocupado em rosnar, ladrar e latir
Então esquece de morder devagar
Esquece de saber curtir, dividir.
E aí quando quer agredir
Chama de vaca e galinha.
São duas dignas vizinhas do mundo daqui!
O que você tem pra falar de vaca?
O que você tem eu vou dizer e não se queixe:
Vaca é sua mãe. de leite.
Vaca e galinha...
Ora, não ofende. enaltece, elogia:
Comparando rainha com rainha
Óvulo, ovo e leite
Pensando que está agredindo
Que tá falando palavrão imundo.
Tá, não, homem.
Tá citando o princípio do mundo!

http://g1.globo.com/brasil/noticia/2010/07/cronologia-do-caso-eliza-samudio.html

O primo do Chafundifornio




terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Para os seus estimular o desenvolvimento de potenciais de soberba vantajosas como exercicio espontaneo de um direito natural com recompensas escusas. Aos demais aos quais se presume a humildade lhes cair bem constrange se a modéstia encabuladora como um dever quase incondicional correspondente a sua caracteristica inata intimidando lhes para inibir a expressao de seu potencial competitivo

Fellipe Knopp

domingo, 24 de dezembro de 2017

Estratégia pareideologica de metamarketing: basta anunciar sua proposta tatica como de reposicionamento de marca, por exemplo, para se autojustificar desde a precificação ate a reputaçao institucional como o valor da imagem independente da eficiencia inerente ao estratagema de planejamento de marketing ou do padrão de qualidade das propriedades da produção. Antigamente eu comprava sandália de borracha tropical no armarinhio do suburbio e quando no botequim nao havia noeda para troco me ofereciam balas ou esse chinelo. A marca de roupa dos peixinhos tambem comprava pir lote em gondola de loja de departamento ou supermercado ou muambeira ambulante

Fellipe Knopp

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Os parametros coordenadores que balizam formal e convencionalmente as categorias disciplinares  que definem cada ciencia como um programa cognitivo de investigaçao para entendimento convergem com a organizaçao sistemica do paradigma lexical a partir fo qual se define o padrão de notaçao em funçao do qual se delimita reciprocamente a expressão propria da tipicidade conceitual do objeto cuja relaçao referencial representa a pertinência na razao entre suas propriedades ontologicas e paradigma linguistico metafuncional que estruturam seu programa cognitivo ao mesmo tempo inatista e convencional conquanto subordinado a funçao integrativa mas interdisciplinar quando relativo a metafunçao dispersiva de sua progressao serial ordinaria

OBS: Continuo o exordio propedeutico quando exairir se o efeito do entprpecimento alcoolico :D


Fellipe Knopp

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Magdamelia

Magdamelia

Eis que a sina de sua vocação condizente com o carater que podia escolher para amar se de uma forma estranhamente paradoxal se definia por efeito em seu comportamento de modo que rejeitando a dadiva esplendida do perdao oferecia se obsequiosamente a sevicia em agudos gemidos acanhados ao mesmo tempo em que quanto mais era subjugada mais estreita a cumplicidade do vinculo disposto com deleitoso garbo ao bel prazer rompante de seu seviciador a quem amava irremediavelmente repudiando toda opção digna como se em seu minimo de honra nao mais pudesse se reconhecer mulher escorrendo se o transbordar incontrolavel de seu prazer a ordem do desfrute servindo lha como manjar aos seus convidados pelo anfitrião excitada tao somente por presumir agrada lo e a sombra de sua aprovação a qual se curvava grata regozijava se mesmo que este nao se a reconhecesse com a menor cordura

Fellipe Knopp

mostro do armario: o bicha papado

Ele tenta exorcizar simbolicamente com seus cacoetes obvios os sintomas de sua homossexualidade latente (provavelmente originado por ter sofrido algum abuso sexual infantil) cuja impetuosidade tenta controlar extraditando os em vao para seu subconsciente ate o ponto de enxergar seus  assombros do eterno retorno de seu reprimido refletidos desvirtuadamente  pelo escotoma de sua mente em toda parte compelindo se a adoção estereotipada de uma postura artificiosa aparentemente hipermasculinizada a fim de dissimular sua conflituosa (propensão a transgredir se) orientaçao sexual cuja definiçao ainda nao suficientemente bem consolidada lhe provoca frequente crise de identidade expressa em transtornos afetivos alterando lhe o senso comum convencionado a funçao referencial dos comportamentos tipicamente diversos do que se lho atribui.

Fellipe Knopp

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Aldrabão das docas

Desvirtua se pelo caminho torto
Proprina a cuja alma lhe faz cosca
Apedeuta de armazem de cais de porto
Soberbo com faturamento de birosca
celebridade de fundo de quintal
com lobby familiar de rameira
Personalidade futil de boçal
Argucia de aldrabão de algibeira
Adonismo de indigente mental
modinha veraneia ditada por folhetim
Esdruxula estetica comportamental
De diplomata de porta de botequim
Mercantilismo corruptor
De mascate de quinta categoria
Altivo com merchandise amador
de balcao de padaria
Peixada de sardinha esquiva
por manjubinha da silva
Metido a tubarao da sernambetiba
Cuja cauda em nepotismo resvala
Que nao passa de barrigudinho de vala
De esgoto de sepetiba
Trafico de meia informação
De pescador de agua de vaso
Pra apedeuta bancar sabichao
com sofisma raso
De estelionatario trapalhao
Com exito ao mero acaso
Concubina de paria
Em desvio de conduta
a favorecer sua laia
Enseja devasso projeto
Terroir de mulher objeto
de celeiro de puta
blefe de superego anestesiado
com cinco num so encoxo
Com anuencia de pai frouxo
Finge orgulho deturpado
De capacho sexual
Por engodo convencido
Sua moral em desarranjo
Rabo em volupia oferecido
A gandaia luxuriosa de marmanjo
Fazendo joguinho de opinião
Seu senso de pertencimento
Operando a senha de reconhecimento
Culto de personalidade mocoronga
Que no suburbio fez escola
Corna servil sem vergonha
Com sua dignidade ofertada
Pra promover correligionário de corriola
Messalinas desfrutadas
Vagabundas desprovidas
de meritos
Fazem da promiscuidade
seu unico atrativo
Deferem fabulas descabidas
em descredito
Malogrando cavar em deslealdade
atalho alternativo
Para forjar uma identidade cultural
Sofisticada com mascara vulgar
de pervertimento artificial
Grunhidos balbuciar
Em sua sina ingloria
pra que sua corja simploria
se sinta especial
Que acha que vulgaridade pubertina
Tem atributo paranormal
de sensualidade degradada
De pornochanchada como instituiçao natural
De feminilidade pseudo sagrada
Pra pai de devassa sem honra
Que sem vergonha da sem medo
Chorar em segredo mas fingir nque se agrada

Fellipe Knopp

sábado, 25 de novembro de 2017