Topologia do saber: verdade do dizer, virtude no fazer. Ter parece Ser, mas, não-é. Opinião Crítica. Textos votados à reflexão filosófica e à busca da emancipação do Sujeito que É, já que Sou. Problema nenhum há em estar-além, o grave problema é mesmo ficar-aquém! Discordar com respeito é civilizado, mas refutar com elegância é superior!

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Para os seus estimular o desenvolvimento de potenciais de soberba vantajosas como exercicio espontaneo de um direito natural com recompensas escusas. Aos demais aos quais se presume a humildade lhes cair bem constrange se a modéstia encabuladora como um dever quase incondicional correspondente a sua caracteristica inata intimidando lhes para inibir a expressao de seu potencial competitivo

Fellipe Knopp

domingo, 24 de dezembro de 2017

Estratégia pareideologica de metamarketing: basta anunciar sua proposta tatica como de reposicionamento de marca, por exemplo, para se autojustificar desde a precificação ate a reputaçao institucional como o valor da imagem independente da eficiencia inerente ao estratagema de planejamento de marketing ou do padrão de qualidade das propriedades da produção. Antigamente eu comprava sandália de borracha tropical no armarinhio do suburbio e quando no botequim nao havia noeda para troco me ofereciam balas ou esse chinelo. A marca de roupa dos peixinhos tambem comprava pir lote em gondola de loja de departamento ou supermercado ou muambeira ambulante

Fellipe Knopp

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Os parametros coordenadores que balizam formal e convencionalmente as categorias disciplinares  que definem cada ciencia como um programa cognitivo de investigaçao para entendimento convergem com a organizaçao sistemica do paradigma lexical a partir fo qual se define o padrão de notaçao em funçao do qual se delimita reciprocamente a expressão propria da tipicidade conceitual do objeto cuja relaçao referencial representa a pertinência na razao entre suas propriedades ontologicas e paradigma linguistico metafuncional que estruturam seu programa cognitivo ao mesmo tempo inatista e convencional conquanto subordinado a funçao integrativa mas interdisciplinar quando relativo a metafunçao dispersiva de sua progressao serial ordinaria

OBS: Continuo o exordio propedeutico quando exairir se o efeito do entprpecimento alcoolico :D


Fellipe Knopp

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Magdamelia

Magdamelia

Eis que a sina de sua vocação condizente com o carater que podia escolher para amar se de uma forma estranhamente paradoxal se definia por efeito em seu comportamento de modo que rejeitando a dadiva esplendida do perdao oferecia se obsequiosamente a sevicia em agudos gemidos acanhados ao mesmo tempo em que quanto mais era subjugada mais estreita a cumplicidade do vinculo disposto com deleitoso garbo ao bel prazer rompante de seu seviciador a quem amava irremediavelmente repudiando toda opção digna como se em seu minimo de honra nao mais pudesse se reconhecer mulher escorrendo se o transbordar incontrolavel de seu prazer a ordem do desfrute servindo lha como manjar aos seus convidados pelo anfitrião excitada tao somente por presumir agrada lo e a sombra de sua aprovação a qual se curvava grata regozijava se mesmo que este nao se a reconhecesse com a menor cordura

Fellipe Knopp

mostro do armario: o bicha papado

Ele tenta exorcizar simbolicamente com seus cacoetes obvios os sintomas de sua homossexualidade latente (provavelmente originado por ter sofrido algum abuso sexual infantil) cuja impetuosidade tenta controlar extraditando os em vao para seu subconsciente ate o ponto de enxergar seus  assombros do eterno retorno de seu reprimido refletidos desvirtuadamente  pelo escotoma de sua mente em toda parte compelindo se a adoção estereotipada de uma postura artificiosa aparentemente hipermasculinizada a fim de dissimular sua conflituosa (propensão a transgredir se) orientaçao sexual cuja definiçao ainda nao suficientemente bem consolidada lhe provoca frequente crise de identidade expressa em transtornos afetivos alterando lhe o senso comum convencionado a funçao referencial dos comportamentos tipicamente diversos do que se lho atribui.

Fellipe Knopp

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Aldrabão das docas

Desvirtua se pelo caminho torto
Proprina a cuja alma lhe faz cosca
Apedeuta de armazem de cais de porto
Soberbo com faturamento de birosca
celebridade de fundo de quintal
com lobby familiar de rameira
Personalidade futil de boçal
Argucia de aldrabão de algibeira
Adonismo de indigente mental
modinha veraneia ditada por folhetim
Esdruxula estetica comportamental
De diplomata de porta de botequim
Mercantilismo corruptor
De mascate de quinta categoria
Altivo com merchandise amador
de balcao de padaria
Peixada de sardinha esquiva
por manjubinha da silva
Metido a tubarao da sernambetiba
Cuja cauda em nepotismo resvala
Que nao passa de barrigudinho de vala
De esgoto de sepetiba
Trafico de meia informação
De pescador de agua de vaso
Pra apedeuta bancar sabichao
com sofisma raso
De estelionatario trapalhao
Com exito ao mero acaso
Concubina de paria
Em desvio de conduta
a favorecer sua laia
Enseja devasso projeto
Terroir de mulher objeto
de celeiro de puta
blefe de superego anestesiado
com cinco num so encoxo
Com anuencia de pai frouxo
Finge orgulho deturpado
De capacho sexual
Por engodo convencido
Sua moral em desarranjo
Rabo em volupia oferecido
A gandaia luxuriosa de marmanjo
Fazendo joguinho de opinião
Seu senso de pertencimento
Operando a senha de reconhecimento
Culto de personalidade mocoronga
Que no suburbio fez escola
Corna servil sem vergonha
Com sua dignidade ofertada
Pra promover correligionário de corriola
Messalinas desfrutadas
Vagabundas desprovidas
de meritos
Fazem da promiscuidade
seu unico atrativo
Deferem fabulas descabidas
em descredito
Malogrando cavar em deslealdade
atalho alternativo
Para forjar uma identidade cultural
Sofisticada com mascara vulgar
de pervertimento artificial
Grunhidos balbuciar
Em sua sina ingloria
pra que sua corja simploria
se sinta especial
Que acha que vulgaridade pubertina
Tem atributo paranormal
de sensualidade degradada
De pornochanchada como instituiçao natural
De feminilidade pseudo sagrada
Pra pai de devassa sem honra
Que sem vergonha da sem medo
Chorar em segredo mas fingir nque se agrada

Fellipe Knopp

sábado, 25 de novembro de 2017

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

O sintoma do Inconsciente e uma metafora do Outro nao uma denotação, um indice degenerado em simbolo, na maioria das vezes, nao um icone como quando 1 charuto e apenas um charuto quando quase sempre muitos charutos habituais sao indicadores de identificaçoes de juizo de valor e de gosto que representam a predileçao sintomatica por um estilo de vida

Fellipe Knopp
O sintoma e uma metafora nao uma denotaçao, na maioria das vezes
Na psicose a irrupçao do Outro no Eu Imaginario, de modo diametralmente oposto, se equivale a sua simbolica foraclusao desejante do Real, das minhas (moi) demandas narcisicas fundamentais

Fellipe Knopp
a condiçao masoquista como forma de gozo patologico relativa a expectativa de realização mediada de vontade de potencia da posiçao castrada de primazia tipica feminina pressupoe lha maior suscetibilidade de identificaçao fetichista com a perversao masculina por seu carater prepotente que lhe confia a ilusao de um gozo supremo e integral sujeitando se como objeto passivo de sua demanda compelida por uma correspondencia especular imaginaria subconsciente que lhe comporta formalmente ao curso evolutivo de expressao funcional a reversibilidade potencial de sua posiçao operativa a participaçao substancial na magnitude do gozo do Outro pela relação equiparativa da mutua interpolação que se lha os identifica a transcendencia intersubjetiva

Fellipe Knopp
o psicopata simula a expressao da dor que deveras sente pela privaçao do gozo do objeto fetiche quando e estrategicamente inocua a renegaçao da  angustia de castraçao, autorreprimida de forma esquivo evitativa, pelo extravazamento seja por meio da agressividade extenuante ou da suspensao da tensao atenuada com o deslocamento do investimento pulsional condensado. Porem a frustraçao ocasional que sofre e superficial e sempre insuficiente para crivar e fixar uma relevante e definitiva ruptura sistemica com o padrao patologico disfuncional consolidado omeostatico de parafilia catexial como forma de gozo fetichista impelido a repetição da consumaçao da coisa como relaçao especular inidentica cuja coação que compete a sua iniciativa unilateral reifica se desnaturadamente como uma futilidade ludica descomprometida da implicação aprioristica do desejo do Outro como assentimento assegurador que autoriza ao investir se seu proprio desejo como funçao (imaginaria ou seja narcisica) da formadora do eu

Fellipe Knopp

Futilidade ludica

O perverso goza o dominio de seu objeto de fetiche, motivado por um impulso ludico, sub-repticiamente futil, moralmente superficial, com a mesma seriedade que a diversao mais intensamente deleitosa tem para uma criança (polimorfa) que nao tem outro proposito que de sentido a sua existencia: ha um aspecto na anfibia personalidade heteronomica expressa em comportamento ambiguo do perverso que se escontra permanentemente estacionario na fase polimorfica o que acarreta com que seus graves e nocivos desvios de conduta compelidos por sua forma de gozo moralmente desvirtuado tenha quase sempre uma motivaçao fundamentalmente  torpe dissimulada sob falsas identificaçoes ideologicas ou afetivas

Fellipe Knopp

Foraclusao Antinome do Pai

"O psicotico em surto se apega ao delirio e a alucinação preferindo a ilusao por seu objeto de prazer nao ser suficientemente real a frustraçao insuportavel de nao se lo absolutamente nada"(Id. Sic). Partindo se da premissa postulada pela ortodoxia freudiana de que ha sempre um aspecto residual voluntario no sintoma que de sentido ao gozo Lacan estipula a incolumidade analitica diante da psicose como perspectiva de  tratamanto de choque de realidade sem contudo confronta la diretamente mas tentar restaurar o principio de ralidade pelo sentido real do gozo estabelecendo simbolicamente a conexao imaginaria com o critico evento traumatico cujo hiperrecalque impeliu a irrupçao estrutural da foraclusao indisposta do Desejo do Outro, ou da lei que me garante o gozo do desejo do outro como lugar do Eu (de tal modo como nao assegura ao perverso o o principio que define o desejo do Outro como lugar de gozo da lei istp e que cada um goze tanto quanto o Desejo do Outro e satisfazer seu gozo), como mediatriz inexorável do principio de realidade porque a lei nao lhe garantiu um gozo senao ao Outro gozar com sua cara entao foraclui o Outro como lugar real de gozo e a lei do Outro como uma (pseudo)garantia Imaginaria do Desejo proprio do Eu

Fellipe Knopp

sábado, 18 de novembro de 2017

o (re)posicionamento de marca engana o publico denunciando a propria mentira de seu estratagema em vez de fascina lo com ilusões concernentes a presunçao quanto o padrao de qualidade inerente ao pruduto e o mais ridículo é que os consumidores acatam seu lema como uma panaceia ideologica travestida de requinte tecnico de marketing como respaldo denominativo autossuficiente de categorias organicas forjadas por sua mera nomeaçãa ignorando sua condição metafuncional consumindo pela ilusao da identificaçao imaginaria de sua correspondencia com o status quo de mera distinçao social pelo fetiche comercial de denominaçao do valor da mercadoria :
-" claro que vale, reposicionou a marca!"

Fellipe Knopp
O problema genetico sobredeterminante, como dizia um professor da faculdade de comunicaçao aludindo "a industria cultural ou o esclarecimento como mistificação para as massas" (Adorno), da exposiçao midiatica do discurso de esclarecimento do intelectual e que antes do carater do conteudo da mensagem sua inserçao sistemica que lhe imprime as propriedades metaideologicas caracteristicas como a funçao social do meio ratifica a hegemonia ideologica da midia como formadora de opiniao publica a abrangencia pretensa ambivalente de seu proprio contraditorio o identificando funcionalmente a implicaçao do status quo da ideologia dominante que propaga

Fellipe Knopp
Naquela epoca eu estava existencialmente introspectivo formulando um balanço da minha vida pois apos inumeras aspirações das mais importantes terem sido sucessivamente frustradas, o castelo de areia das ilusoes colossais, de muitas convicçoes inconsistentes, que suportavam o sentido da minhae existência, ruiram de modo a me prostrar imerso na contemplaçao de um abismo intangivel que cismou se entre minha visao insolita de mundo e a realidade restritiva enquanto este mesmo abismo me respondia de volta com um olhar incognito

Fellipe Knopp

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Fetichismo logomarca

A idolatria da celebridade midiatica, o culto da personalidade publica e Uma nova e sofisticada forma  fetichismo da mercadoria como consumo estetico de uma imagem de sucesso satisfatoria a identificaçao de um ideal social de ego como personificaçao ideologica capitalista de mercado que representa emblematicamente a supremacia do estilo de vida que o exprime por meio da ostentaçao de um padrao de comportamento consumidor de mercadorias simbolos as quais os fas se devotam: nao por acaso cooperaçoes integradas sistematicamente coordenadas pelas estratégias ideologicas transinstitucionais do marketing cultural politicamente catalizado investem programaticamente em realizaçoes subvencionadas de exito economico como instrumento de administração social de esperanças razao também pela qual os expoentes da industria do entretenimento como o principal aparelho ideologico do sistema devem ser ou paracer economicamente exitosos

Fellipe Knopp

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

AGONIAS DE UM OUTONO ABISSAL

Crepusculo medonho 
Declina tristonho
da desolada solidao a meia luz 
Em tons de cinza e pastel
Morbido menestrel
Usando capuz 
Melancolico balbucia
Numa casa vazia
Como numa cidade fantasma
O tempo grasna
assombrada pela desesperança 
O desassossego a quase tudo alcança
uivos ocos contiguos ecoam
da angustia pelo recinto
Conurba indistinto
sem discernir a fonte de sua extensão 
Fustiga se sua carencia
a companhia imponderavel da ausencia
Sem vislumbrar redenção
O silencio do frio ressoa
a chuva fina que desaba como trovão 
O anoitecer insone caçoa
Augurio que espreita sem comoção
conduzindo Lucifer pelo feixe da parca lua 
quando ja nao se houve passo na rua
anunciado em rajadas de vento 
Assovio umbrio do desalento
se aproximando no ritmo
do cair sofrego da noite turva 
Torrido pavor em seu Intimo
Sua impavidez se curva
com a tormenta da monotonia
Placida abominaçao acaricia 
com a lingua o gato pardo na varanda 
e arrepio da relva que se espanta
 ergue lhe sua voz, ereto, em reverencia, 
A sua sinistra eminencia
se ri um escarnio de maozoleu 
Atormenta com diligencia
zombando do ceu
Fellipe Knopp
Revisado por Editor do Webartigos.com


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