Topologia do saber: verdade do dizer, virtude no fazer. Ter parece Ser, mas, não-é. Opinião Crítica. Textos votados à reflexão filosófica e à busca da emancipação do Sujeito que É, já que Sou. Problema nenhum há em estar-além, o grave problema é mesmo ficar-aquém! Discordar com respeito é civilizado, mas refutar com elegância é superior!

quinta-feira, 11 de maio de 2017

O incessante deslocamento sintomático de aparente desconexão categorial elementar quanto a definição imaginária do objeto destinatário até que por um cerceamento externo lhe imponha uma finalidade os fluxos intempestivos desordenados de seu sintoma afetivo está sistemicamente correlacionado por sobredeterminaçao a regressão a pregenitaçao em virtude das repressões economicamente mais intensas a um estado semianarquico da organização fasica da investimento da libido desfixada  de tal modo que em meio a crise patológica não consegue alcançar independentemente sua autoestabilidade funcional. E por que a catexia sexual que se define seu objeto em função da fixação genital não provoca nesse sujeito um estado obsessivo ao regredir as fases prefixadas em vez de histeria? Pressuposto a não determinação da catexia senão quanto a tipicidade do objeto imaginário de destinação em vez da estabilidade funcional de um padrão ordinário para a caracterização constitucional da histeria convém propor ao menos duas hipóteses:

1- na histeria as fixações fasicas evolutivas jamais forma suficiente e funcionalmente consolidadas e por isso não logrou êxito em estabelecer um objeto referencial autarquicamente

2- Diferente da obsessão a definição catexial do objeto sexual não é estanque determinante do caráte ordinario do padrão funcional do sintoma e de sua regressão contrainvestida que está implícita no âmago patogênico do sintoma

3 - apenas a relação de regulação econômica das intensidades e determinante patogênico para ambas as tipicidades

Fellipe Knopp 

Nenhum comentário:

Postar um comentário